18ª PAUTA PRESENCIAL SETEMBRO ZONA RURAL DE TARAUACÁ



CÍRCULO DE CULTURA UFPB – FORMAÇÃO PRESENCIAL (07/09 a 15/10/2026)

COM ASSESSORES E PROFESSORES DA EJA I ZONA RURAL

CARGA HORÁRIA: 8h (referente a formação para professores e assessores da EJA I zona urbana).

EXECUÇÃO: EJA/SEME/Tarauacá (Acre), Universidade Federal da Paraíba - UFPB.

FORMADOR REGIONAL: Erlan de Lima Mourão

PROFESSORES E ASSESSORES: 30

PROFESSOR__________________________________________________________

TEMÁTICA:

Sistematização da AJA

OBJETIVO GERAL:

Apresentar uma proposta teórico-metodológica de sistematização de experiências, considerando a temática “A construção da relação do/a educador/a com estudantes de AJA – Alfabetização de Jovens e Adultos”.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

· Sistematizar os conhecimentos construídos ao longo do processo de alfabetização.

· Retomar e consolidar conteúdos relacionados à leitura e à escrita.

· Desenvolver a capacidade de interpretar diferentes textos presentes no cotidiano.

· Ampliar a autonomia dos estudantes na produção e compreensão de textos.

· Relacionar os conhecimentos escolares às experiências e situações vivenciadas pelos jovens e adultos.

· Fortalecer a oralidade, a leitura, a escrita e a reflexão sobre o uso da língua.

· Identificar avanços e dificuldades dos estudantes, contribuindo para o planejamento das próximas atividades.

· Valorizar os saberes e as experiências de vida dos educandos como parte do processo de aprendizagem.

· Promover uma avaliação do percurso realizado, destacando as aprendizagens alcançadas.


ABERTURA - (05 min)

Ouvir a Música: Dias melhores Canção de Jota Quest


LEITURA DO TEXTO DE APRESENTAÇÃO (10 min)

APRESENTAÇÃO

Carta ao Educador/a Caro/a Educador/a de EJA, Este texto volta-se ao objetivo de refletir sobre o tema “Sistematizar na alfabetização de Jovens e Adultos: analisar, refletir e escrever”. O material aborda estratégias teóricas e metodológicas que contribuem para a sistematização de experiências, considerando a temática “a construção da relação entre o/a educador/a e seus estudantes de AJA”.

Ao longo do texto, abordamos conteúdos importantes, fundamentados nas recomendações de Oscar Jara (2006), João Francisco de Sousa (s/d) e em outras reflexões sobre o processo de sistematização. Busca-se, assim, fornecer subsídios para que você, na condição de formador/a regional, construa elementos importantes que embasem a sistematização de experiências de forma crítica e criativa.

Nesse sentido, o texto tem por objetivo oferecer uma opção metodológica que discute, inicialmente, o que é sistematizar, por que sistematizar e como sistematizar. Por fim, apresenta- -se uma proposta teórico-metodológica de sistematização de uma experiência, considerando a construção da relação do/a educador/a com estudantes de AJA – Alfabetização de Jovens e Adultos.

No primeiro momento, prima-se pela compreensão de que sistematizar uma experiência é organizar ou estruturar determinado conteúdo dentro de um sistema, ou seja, é tratar esse ou aquele conteúdo a partir de seus conceitos, opiniões, reflexões e experiências.

No segundo momento do texto, discute-se a importância de “por que sistematizar”, trazendo elementos significativos a respeito dos sujeitos que poderiam se beneficiar do que foi sistematizado, seja a partir de uma sistematização individual, seja coletiva.

Por fim, apresenta-se uma proposta de sistematização compreendida como um elemento didático e potente para a comunicação daquilo que se deseja compartilhar entre os sujeitos da mesma escola ou de outras instituições. A proposta tem como intuito aguçar e encorajar educadores/as de AJA a desenvolverem, com criatividade, o processo de sistematização de suas experiências, considerando cinco elementos: a) o ponto de partida; b) os objetivos da experiência; c) o processo vivenciado com a experiência; d) as reflexões acerca do que se vivenciou; e e) os resultados da experiência.

Essa perspectiva teórica e metodológica traduz-se na sistematização de uma experiência com o propósito de refletir e planejar atividades que contribuam para o processo de aprendizagem de educadores/as de AJA. Esse processo pode envolver, ampliar e melhorar as ações da prática docente e institucional, à medida que desenvolve a capacidade de criar e sistematizar as próprias experiências.

Vamos lá!

DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES

1º MOMENTO – “O que eu trago para esta formação?” (30 min)

Pedir que o cursista complete frase:

“Para esta formação eu trago...”

_______________________________________________________________

Pode ser uma palavra, uma expectativa, uma experiência, uma dificuldade ou uma aprendizagem.

Em seguida, cada participante compartilha sua palavra.
3º MOMENTO – Reflexão inicial (60 min)

Em grupos os cursistas devem responder as seguintes questões:

1- O que temos aprendido com nossos estudantes?

____________________________________________________________________________________

2- O que nossas práticas têm produzido?

____________________________________________________________________________________

3- O que temos registrado sobre essas aprendizagens?

___________________________________________________________________________________


4- Como sabemos que nossos estudantes estão aprendendo?

____________________________________________________________________________________

5- O que fazemos com aquilo que registramos?

____________________________________________________________________________________

4º MOMENTO – Problematização: o que é Sistematização na AJA? (50 min)

Sistematização na AJA: escrever, refletir e compartilhar

A sistematização na Alfabetização de Jovens e Adultos (AJA) constitui um importante movimento de reflexão sobre a prática educativa, permitindo ao educador olhar para as experiências vivenciadas no cotidiano da sala de aula, registrá-las, analisá-las, compartilhá-las e, a partir delas, produzir novos conhecimentos para qualificar o processo de ensino e aprendizagem. No contexto da Formação em Serviço do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a sistematização está relacionada a uma perspectiva de formação crítica, reflexiva, dialógica e emancipadora. A proposta do Módulo 14 é justamente refletir sobre a alfabetização, conhecer experiências exitosas e desenvolver uma proposta de sistematização como processo de autoformação.

Sistematizar, portanto, não significa simplesmente organizar documentos, preencher fichas ou produzir relatórios. Significa atribuir sentido às experiências pedagógicas, procurando compreender o que aconteceu, por que aconteceu, quais aprendizagens foram produzidas, quais desafios permaneceram e quais possibilidades podem ser construídas a partir dessa reflexão. É um movimento que permite ao professor transformar a experiência vivida em objeto de estudo e aprendizagem profissional.

Na AJA, essa perspectiva assume uma importância ainda maior porque os sujeitos da Educação de Jovens, Adultos e Idosos chegam à escola trazendo histórias de vida, conhecimentos, experiências de trabalho, formas próprias de compreender o mundo, práticas culturais e saberes construídos em diferentes espaços sociais. A formação da UFPB destaca a valorização da memória, da oralidade e das experiências desses sujeitos, bem como a necessidade de superar práticas infantilizadoras na educação de pessoas jovens, adultas e idosas.

Desse modo, sistematizar uma experiência de alfabetização significa também reconhecer que aquilo que acontece na sala de aula possui valor pedagógico e formativo. Uma conversa com os estudantes, uma produção escrita, uma atividade de leitura, uma situação de resolução de problemas, uma discussão sobre trabalho, saúde, identidade, cultura ou direitos, por exemplo, podem revelar importantes processos de aprendizagem. Quando o professor registra e analisa essas situações, consegue perceber aspectos que muitas vezes não são identificados no decorrer imediato da aula.

A sistematização estabelece, assim, uma relação permanente entre ação e reflexão. O professor age, observa os resultados de sua ação, registra o que considera significativo, reflete sobre o ocorrido, dialoga com outros educadores e reorganiza sua prática. Dessa forma, a formação deixa de ser compreendida como algo separado do cotidiano escolar e passa a acontecer também no próprio exercício da docência.

Essa concepção está em sintonia com a proposta da Formação em Serviço do Pacto EJA/UFPB, que procura articular a formação dos educadores às situações concretas da prática pedagógica. A formação é organizada de modo a promover momentos de diálogo, estudo, leitura, formação de educadores, compartilhamento de vivências e avaliação. Portanto, aprender a ensinar na AJA envolve também aprender a olhar criticamente para aquilo que se faz e construir conhecimento a partir da própria experiência.
Sistematizar é escrever

A escrita ocupa um papel fundamental nesse processo. Ao escrever sobre uma experiência, o professor é provocado a organizar suas ideias, selecionar acontecimentos, identificar aprendizagens, reconhecer dificuldades e explicitar os conhecimentos construídos. A escrita possibilita tornar visível aquilo que, muitas vezes, permanece apenas na memória ou na percepção individual do educador.

Escrever sobre a prática não significa produzir um texto excessivamente técnico ou burocrático. Trata-se de registrar a experiência com intencionalidade pedagógica: quem participou, o que foi realizado, quais perguntas surgiram, como os estudantes reagiram, o que aprenderam, quais dificuldades apareceram e quais mudanças foram percebidas.

Por isso, registros como relatos de experiência, portfólios, produções dos estudantes, fotografias de atividades, planejamentos, observações, registros reflexivos e avaliações podem constituir materiais importantes para a sistematização. O fundamental é que esses registros sejam retomados para produzir reflexão e orientar novas decisões pedagógicas.
Sistematizar é refletir

A escrita, por si só, não garante a sistematização. É necessário avançar da descrição para a reflexão.

Perguntar simplesmente “o que fiz?” é importante, mas não suficiente. É necessário perguntar também:

· Por que desenvolvi essa atividade?

· O que os estudantes já sabiam?

· Que conhecimentos foram mobilizados?

· O que aprenderam?

· Quais dificuldades apareceram?

· O que a experiência revelou sobre os estudantes?

· O que ela revelou sobre minha prática?

· O que eu faria novamente?

· O que faria de outra maneira?

· Que novos caminhos podem ser construídos?

Esse movimento transforma a experiência em conhecimento pedagógico. O professor deixa de ser apenas alguém que executa atividades e passa a assumir-se como sujeito que observa, investiga, interpreta e produz conhecimentos sobre sua própria prática.
Sistematizar é compartilhar

Outro aspecto fundamental é o compartilhamento. Uma experiência pedagógica não precisa permanecer restrita ao professor que a realizou. Quando é compartilhada com outros educadores, pode provocar novas perguntas, inspirar outras práticas e contribuir para a construção coletiva de conhecimentos.

Nesse sentido, a formação em serviço proposta pelo Pacto EJA/UFPB valoriza o diálogo entre educadores e o compartilhamento de experiências exitosas. A própria organização da formação prevê momentos de diálogo, leitura, formação e compartilhamento de vivências, reforçando a compreensão de que a aprendizagem profissional também acontece na interação com os pares.

Compartilhar não significa apresentar somente aquilo que deu certo. As dificuldades, os erros, as tentativas que não produziram os resultados esperados e as dúvidas também são fontes importantes de aprendizagem. Uma cultura de formação comprometida com a transformação da prática precisa criar espaços em que o professor possa falar de sua experiência com abertura, sem medo de julgamento.
Sistematização como processo de autoformação

Na perspectiva do Módulo 14, a sistematização está diretamente relacionada à autoformação. Isso significa compreender que o educador também se forma quando reflete sobre aquilo que realiza.

A autoformação não significa formação isolada ou individualista. Ao contrário, envolve autonomia, reflexão, estudo, diálogo e participação em processos coletivos de aprendizagem. O professor torna-se sujeito de sua formação quando identifica questões de sua prática, busca compreender essas questões, dialoga com outros profissionais, relaciona experiência e teoria e experimenta novas possibilidades.

Assim, a sistematização pode ser compreendida como um movimento permanente:

Viver a experiência → registrar → refletir → dialogar → compreender → compartilhar → transformar a prática.

Esse movimento não é linear nem se encerra em um único momento. Cada nova experiência pode gerar novas perguntas e novas aprendizagens.
Sistematizar para transformar a prática

Na AJA, sistematizar possui uma dimensão profundamente pedagógica e política. Ao registrar e analisar o percurso dos estudantes, o educador pode identificar avanços que muitas vezes passam despercebidos, compreender diferentes ritmos de aprendizagem e planejar intervenções mais adequadas às necessidades da turma.

Da mesma forma, a sistematização permite reconhecer que o processo de alfabetização não se limita ao domínio mecânico da leitura e da escrita. A proposta formativa da UFPB relaciona alfabetização e letramento a uma educação crítica, dialógica e emancipadora, considerando os contextos social, político, econômico e educacional dos sujeitos da EJA.

Sistematizar, portanto, é também perguntar: que educação estamos construindo? Para quem? A partir de quais saberes? Com quais objetivos? E quais transformações queremos provocar?

Quando o professor registra a trajetória de seus estudantes e reflete sobre ela, consegue perceber não apenas se uma determinada atividade foi realizada, mas quais sentidos ela produziu e quais aprendizagens possibilitou. Isso favorece um planejamento mais consciente e conectado com a realidade dos sujeitos.
Sistematização como prática coletiva

A sistematização também pode fortalecer o trabalho coletivo da escola. Quando professores, coordenação pedagógica e demais profissionais compartilham registros e experiências, é possível construir uma memória pedagógica da instituição e identificar práticas que contribuem para a permanência, participação e aprendizagem dos estudantes da EJA.

Nesse sentido, sistematizar é construir memória. É não deixar que experiências importantes se percam. É registrar aquilo que foi aprendido para que possa ser retomado, aperfeiçoado e compartilhado.

A experiência de um professor pode contribuir para outro. Uma estratégia desenvolvida em uma turma pode inspirar uma nova proposta em outra. Uma dificuldade enfrentada coletivamente pode gerar uma ação pedagógica mais consistente. Assim, a sistematização contribui para que a escola se constitua também como espaço de formação permanente.
Considerações finais

Compreender a sistematização na AJA é compreender que a prática pedagógica é uma fonte de conhecimento e que o professor é também sujeito de produção desse conhecimento. Sistematizar é olhar para a experiência com intencionalidade, registrar o vivido, refletir criticamente, dialogar com outros sujeitos e transformar as aprendizagens produzidas em novas possibilidades de ação.

Na perspectiva do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA, a formação em serviço busca fortalecer uma atuação docente dialógica e comprometida com uma alfabetização crítica, reflexiva, inclusiva e emancipadora. A proposta da UFPB coloca a formação em diálogo com a realidade dos educadores e dos sujeitos da EJA, valorizando experiências, conhecimentos e práticas construídas no cotidiano.

Assim, sistematizar na AJA é escrever, refletir e compartilhar para aprender com a própria prática e transformá-la. É transformar a experiência em conhecimento, o conhecimento em reflexão e a reflexão em novas ações pedagógicas.

Mais do que registrar o que aconteceu, sistematizar significa perguntar o que aprendemos com o que aconteceu e o que podemos fazer a partir dessa aprendizagem. É nesse movimento permanente entre experiência, reflexão, diálogo e ação que a formação em serviço ganha sentido e contribui para a construção de uma Educação de Jovens e Adultos mais humana, democrática e comprometida com os sujeitos que dela participam.

3º MOMENTO – Atividade individual (50 min)

O cursista deverá responder uma questão

1- O que significa sistematizar?
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2- Para que sistematizamos?
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3- O que deve ser registrado?
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4- Como os registros podem revelar aprendizagens?
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5- Como utilizar os registros para replanejar?


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4º MOMENTO - Estudo de situações-problema (80 min)

ATIVIDADE– MEMÓRIA E TRAJETÓRIA DA PRÁTICA

Objetivo

Refletir sobre as experiências dos professores e reconhecer a prática pedagógica como fonte de conhecimento.
Dinâmica: “Minha prática conta uma história”

Cada professor recebe uma folha dividida em quatro partes:

ANTES

· Como recebi minha turma?
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· Quais eram os principais desafios?

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DURANTE

· O que fiz?
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· Quais estratégias utilizei?
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AVANÇOS

· O que mudou?
___________________________________________________________________________________

· Que aprendizagens observei?
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DESAFIOS

· O que ainda precisa ser trabalhado?
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Os professores podem utilizar registros reais de suas turmas.

O grupo identifica:

· Uma aprendizagem;
____________________________________________________________________________________

· Uma dificuldade;
____________________________________________________________________________________

· Uma estratégia que funcionou;
____________________________________________________________________________________

· Uma questão que precisa ser retomada.
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5º MOMENTO – assistir o vídeo (65 min)


6º MOMENTO – Oficina – (60 min)

ATIVIDADE – AVALIAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DAS APRENDIZAGENS
Objetivo

Compreender a avaliação como instrumento de acompanhamento e tomada de decisão pedagógica. Responder

Avaliar é apenas atribuir uma nota?
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Construir uma comparação:

Avaliação apenas como resultado

Avaliação como acompanhamento
_____________________________ ___________________________________

Questão norteadora

O que os registros de avaliação nos dizem sobre nossos estudantes e sobre nossa própria prática?
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7º MOMENTO - OFICINA – CONSTRUÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE SISTEMATIZAÇÃO (50 min)

Objetivo

Produzir um instrumento que possa ser utilizado pelos professores em suas escolas. Os cursistas devem produzir um instrumento de sistematização

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8º MOMENTO - AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO (20 min)

1- Uma aprendizagem que levo
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2- Uma questão que ainda preciso aprofundar
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3- Uma ação que me comprometo a realizar na escola
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MENSAGEM DE ENCERRAMENTO

Sistematizar é olhar para o caminho percorrido, reconhecer os avanços, compreender os desafios e decidir coletivamente quais serão os próximos passos. Na AJA, sistematizar significa também reconhecer que cada estudante chega à escola trazendo uma história, conhecimentos, experiências e saberes que precisam ser considerados no processo de ensinar e aprender.

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